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segunda-feira, 24 de maio de 2021

CONVERSANDO SOBRE A INDÚSTRIA 4.0


Olá Pessoal!

O conceito de Indústria 4.0 é bastante novo e compreende na inclusão de tecnologias da área da automação, controle e da informação voltados ao aperfeiçoamento dos processos para produção de produtos e serviços.

INTRODUÇÃO

Este texto apresenta uma breve análise sobre a quarta revolução industrial, também conhecida como Indústria 4.0. Novamente o avanço tecnológico está favorecendo mudanças significativas nas quais acredita-se revolucionar a indústria, não só no âmbito fabril, mas também no dia a dia das pessoas envolvidas nos processos produtivos. O objetivo é apresentar os principais pilares da indústria 4.0, bem como as tecnologias aplicadas, a segurança da informação e as oportunidades diante o mercado de trabalho.

No final do século XVIII as descobertas acerca das energias mecânicas e os motores a vapor deram início a primeira revolução industrial. Máquinas passaram a substituir e auxiliar a mão-de-obra humana na realização de determinadas funções, permitindo que muitos trabalhos manuais fossem mecanizados.

A busca constante pelo aperfeiçoamento dos processos industriais continuava a cada década. A descoberta do petróleo e da eletricidade deu início a segunda revolução industrial. Tais descobertas permitiram aumentar ainda mais os processos de produção que aliada a utilização de métodos científicos dava-se início à fabricação em linhas de produção, com destaque para indústria automobilística de Henry Ford em 1913.

A terceira revolução industrial teve início em meados de 1970. O avanço da informática, dos sistemas de comunicação e da robótica possibilitou automatizar processos industriais com grandes resultados, um marco para o sistema capitalista global.

A quarta revolução industrial, ou Indústria 4.0, começa no início do século XXI na Alemanha como estratégia de tecnologia onde empresários, universidades e órgãos governamentais passaram a colaborar com ideias para estimular a competitividade da indústria. Caracterizada pela interconexão de dados, integração e inovação através de um conjunto de tecnologias que permitem a fusão do mundo físico, digital e biológico.

Historicamente é sabido que as três primeiras revoluções industriais trouxeram grandes mudanças para indústria elevando lucros e a competição tecnológica, o cerne do desenvolvimento econômico. A quarta revolução industrial é caracterizada pelo conjunto de tecnologias que permitem a fusão do mundo físico, digital e biológico, conectando máquinas e sistemas.

PILARES DA INDÚSTRIA 4.0

Para que sejam alcançados os resultados desejados é preciso grande envolvimento das tecnologias que formam os nove pilares da indústria 4.0, cujos conceitos são descritos a seguir:

a) Big Data – É um grande e complexo conjunto de dados provenientes das mais diferentes fontes de informações. A partir destes dados é possível realizar análises e gestão de grandes quantidades de dados para melhorar o desenvolvimento e a otimizar processos industriais. Com base no resultado das análises é possível equalizar consumo de energia, qualidade de produção, melhora a identificação de situações que exigem tomada de decisão rápida.

b) Robótica – É a ciência que estuda e desenvolve sistemas autônomos baseados em conjuntos mecânicos, circuitos eletroeletrônicos, computadores e sistemas embarcados. Robôs autônomos melhoram a qualidade de fabricação, garante alta disponibilidade e desempenho das tarefas repetitivas que necessitam alta precisão, velocidade e baixo custo de produção.

c) Simulação – A simulação computacional permite analisar dados em tempo real, aproximando o mundo físico do mundo virtual, possibilitando melhorar o desempenho das máquinas através de configurações para testes virtuais dos produtos a serem colocados em produção, permitindo identificar a necessidade de possíveis ajustes no processo de produção.

d) Integração de sistemas – A integração dos sistemas melhora a comunicação entre fornecedores, empresas e clientes, gerando melhor harmonia entre todos para que façam parte de um grande ecossistema. Com isto é possível garantir uma gestão completa das cadeias envolvidas em todos os processos de forma automatizada.

e) Internet das Coisas (IoT) - A internet das coisas consiste na conexão entre uma rede de sensores, máquinas, veículos e equipamentos através de dispositivos eletrônicos embarcados. A interconexão destes equipamentos permite a coleta e troca de informações de forma rápida e efetiva, podendo ser aplicada ao desenvolvimento de produtos e serviços.

f) Ciber-segurança – Com o aumento da necessidade de conectar máquinas, equipamentos e sistemas entre fornecedores, empresas e clientes é de extrema importância garantir a segurança das redes, tanto corporativas (TI) quanto as de automação e operacionais (TA). O uso de sistemas de ciber-segurança robustos é fundamental garantir a proteção de possíveis ameaças aos sistemas e informações.

g) Computação em nuvem – É o termo que define a disponibilidade sob demanda de recursos em um sistema de computador, especialmente para armazenamento de dados de grande capacidade, sem o gerenciamento ativo direto do utilizador. Também permite a realização e registro das tarefas relacionadas à produção através de aplicativos que compartilham e dados entre diferentes localidades, tanto local como externo permitindo que os sistemas ultrapassem os limites dos servidores de uma empresa, fornecendo recursos que refletem tanto em agilidade e produtividade quanto na redução de custos, tempo e eficiência para execução das tarefas.

h) Manufatura aditiva – Conjunto de tecnologias que produzem objetos a partir de modelos digitais, baseado em sistemas de impressão em 3D. O processo é realizado aplicando camadas sobrepostas de material em uma máquina ligada à um software computacional. Esta estratégia pode ser utilizada para criar protótipos de testes e modelos reais em um curto espaço de tempo e com custo de extremamente baixo quando comparado à um sistema de produção tradicional.

i) Realidade aumentada – É a integração e projeção virtual de objetos em uma imagem do mundo real de forma a oferecer mais informações através de uma câmera, podendo utilizar sensores de movimento como acelerômetro e giroscópio para conectar sistemas de integração de dados para auxiliar na tomada de decisões.

TECNOLOGIA APLICADA

Considerando os conceitos que compreendem a Indústria 4.0 é preciso adaptar-se às novas tendências tecnológicas, além de dominá-las no que tange o uso dos sistemas. Para que seja possível ligar o mundo físico ao mundo digital e biológico é possível citar como principais tecnologias: Inteligência artificial, internet das coisas, impressão 3D, biologia sintética e sistemas ciber-físicos.

A inteligência Artificial é um segmento da computação que utiliza softwares e técnicas avançadas em máquinas e robôs que permitem reproduzir ações e reações de modo semelhante à capacidade humana, especialmente no raciocínio, tomada de decisões e resolução de problemas complexos. Também permitem que, a partir de um modelo inicial, os sistemas registrem e aprimorem sua base de dados para tomada de decisões futuras.

Na área da comunicação, a internet das coisas tem gerado inúmeras discussões, pois representa a conexão de máquinas, equipamentos, dispositivos móveis e objetos físicos com a internet para que possam ser realizar funções de modo automatizado.

A impressão 3D é a tecnologia que utilização um sistema de deposição de material em camadas para construção de peças, modelos ou protótipos. As impressoras 3D podem ser dos mais diversos tipos de materiais, desde plástico, metal e materiais orgânicos.

A biologia sintética consiste na aplicação dos princípios de engenharia à biologia, através da construção ou reconstrução de enzimas, células, circuitos genéticos e muito mais. Apesar de não ser o objetivo, é possível a reprodução de seres vivos a partir de materiais não vivos ao invés de apenas redesenhar seres vivos.

Sistemas ciber-físicos possuem como ideia principal a possibilidade de reconstruir todo objeto ou processo físico através do mapeamento e digitalização dos modelos originais. Com base nesta tecnologia acredita-se que tudo poderá ser reproduzido, representando a perfeita união entre o físico e o tecnológico.

DESAFIOS DA INDÚSTRIA 4.0

A quarta revolução industrial é algo irreversível, já está acontecendo, e para alcançar seus objetivos é fundamental que as novas tecnologias sejam aplicadas de forma adequada. No entanto, as mudanças tecnológicas exigem que todas as esferas envolvidas participem desta evolução.

Para facilitar a análise das questões relacionadas ao futuro tecnológico é possível citar alguns destes desafios:
  • Garantir a segurança cibernética e a privacidade dos dados;
  • Desenvolver protocolos de rede wireless com alta velocidade;
  • Desenvolver protocolos de comunicação padronizados para IoT;
  • Flexibilizar a integração entre máquinas e equipamentos;
  • Desenvolver a cooperação entre sistemas;
  • Facilitar a integração de sistemas ERPs com Big data;
  • Desenvolver sistemas voltados à prestação de serviços de manutenção; e
  • Modelar mecanismos de decisão e negociação inteligentes.
OPORTUNIDADES E MERCADO DE TRABALHO

A quarta revolução industrial afetará não apenas o âmbito industrial, mas todas as áreas relacionadas às novas tecnologias que já demonstram necessidade de adaptações. A mudança será indiscutivelmente para todos e não vai eliminar os trabalhadores, mas sim criar oportunidades nas mais diversas áreas do conhecimento e será necessário aprendizado contínuo para aumentar o nível de competência, profissionais com múltiplas formações, permitindo que pessoas físicas e jurídicas consigam acompanhar as mudanças.

Nosso cotidiano está mudando dia após dia de forma quase imperceptível, no entanto, esta mudança é exponencial. Ter uma formação de nível superior em determinada área do conhecimento já não será mais suficiente para haver destaque profissional. Para Alvin Toffler, do livro A Terceira Onda (1980), “o analfabeto do século XXI não será aquele que consegue ler e escrever, mas aquele que não consegue aprender a desaprender e a reaprender”. Esta frase pode servir como uma reflexão relacionada às novas mudanças tecnológicas.

Diante das novas necessidades é possível aproveitar a oportunidade de se reinventar, aprender sobre as novas tendências e tecnologias para que seja possível se manter no mercado de trabalho. O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - SENAI apresentou um estudo com novas profissões em oito novas áreas. A tabela 1 ilustra as novas profissões.

Tabela 1 – Novas profissões criadas com a Indústria 4.0.

Fonte: www.hojees.com.br

CONCLUSÕES

Este texto apresenta uma breve análise sobre a quarta revolução industrial, também conhecida como Indústria 4.0. O avanço tecnológico está favorecendo mudanças significativas nas quais acredita-se revolucionar a indústria, não só no âmbito fabril, mas também no dia a dia das pessoas envolvidas nos processos produtivos. O objetivo é apresentar uma análise dos principais pilares da Indústria 4.0, as tecnologias aplicadas, a segurança da informação e as oportunidades diante o mercado de trabalho.

Nosso cotidiano está mudando dia após dia de forma quase imperceptível, no entanto, esta mudança é exponencial e ter uma formação de nível superior em determinada área do conhecimento já não será mais suficiente para haver destaque profissional, é tempo de aprendizado contínuo para o aumento das competências pessoais e profissionais.

Este texto foi produzido com base em estudos bibliográficos e não pretende esgotar o assunto, mas sim apresenta elementos relevantes para o entendimento dos conceitos relacionados à Indústria 4.0.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

3DLAB, Soluções em Impressão 3D. Manufatura aditiva: saiba o que é e o que ela representa. Disponível em < https://3dlab.com.br/o-que-e-manufatura-aditiva/ > Acessado em 11 dez. 2020.

CADERNOS Adenauer XXI (2020), N º1. A quarta revolução industrial: inovações, desafios e oportunidades. Rio de Janeiro: Fundação Konrad Adenauer, abril 2020.

CARDOSO, Marcelo de Oliveira. Indústria 4.0: a quarta revolução industrial. Monografia de especialização, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Curitiba, 2016.

MAGALHÃES, Regina. Impactos da quarta revolução industrial. GVEXECUTIVO, Vol. 17, Nº 1, JAN/FEV 2018.

MINISTÉRIO da Indústria, Comércio e Serviços. Agenda brasileira para a indústria 4.0. Disponível em < http://www.industria40.gov.br/ > Acessado em 11 dez. 2020.

SCHWAB, Klaus. Quarta Revolução Industrial. 1ª Ed. Edipro, São Paulo, 2018.

SOARES, Matias Gonsales. A Quarta Revolução Industrial e seus possíveis efeitos no direito, economia e política. Universidade Autónoma de Lisboa. Lisboa, 2018.

terça-feira, 30 de março de 2021

ROMACAST 18 - POR QUE A ELETRÔNICA?

 

Olá pessoal! Hoje vamos voltar um pouco no tempo e falar sobre o porquê escolhemos a eletrônica. No final desse podcast temos uma pergunta a todos nossos ouvintes, não deixe de nos responder.

Para participar acesse neste link o formulário para nos dizer o que é a eletrônica na sua opinião. 


segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

ROMACAST 15 - O QUE MAIS GOSTAMOS DE CONSERTAR?

 

Olá!

Hoje teremos o prazer de falar do melhor motor eletrônico já criado, na opinião do editor, o famoso P40SE, um motor eletrônico muito robusto e com uma eletrônica embarcada muito interessante baseada em um processador com barramento de 8 bits.

A eletrônica embarcada nos equipamentos industriais está em constante evolução, no entanto, para algumas soluções muitos clientes preferem manter em um equipamentos fabricados na década de 80, que já eram produzidos com tecnologia de ponta e se mantém atual nos dias de hoje. Um exemplo é o motor eletrônico fabricado pela Quick Rotan, modelo P40SE.


Para auxiliar na identificação de alguns defeitos, seguem alguns erros que estão indicados no manual de serviço do motor. Caso ocorra de apresentar algum erro que não consta nesta lista, entre em contato conosco, teremos o maior prazer em lhe auxiliar e buscar uma solução para o problema.

LISTA DE ERROS

01 - Pedal fora da posição inicial;
09 - Bloqueio de arranque do motor;
10 - Classe de máquina alterada;
62 - Curto circuito na fonte de 24VCC;
63 - Sobre corrente na fonte de 24VCC;
64 - Tensão de rede baixa (90~150VAC);
65 - Circuito de potência não operacional, tensão de rede abaixo de 130VAC;
66 - Circuito de proteção com defeito, falta de neutro ou terra acidental;
68 - Desligamento pode avaria do circuito de potência;
69 - Sem incrementos do sincronizador;
70 - Máquina bloqueada, sem incrementos do sincronizador;
71 - Sem incrementos do encoder do motor;
72 - Sincronização encaixado na entrada do encoder;
73 - Sobrecarga no motor, máquina com mecânica pesada ou travada;
75 - Avaria interna;
90 - Erro de EEPROM;
91 - EEPROM não programável;
92 - Bloqueio de arranque do motor;
93 - Versão da EEPROM incompatível;
100 ~ 117 - Avaria interna.

VÍDEOS RELACIONADOS








segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

ROMACAST 14 - INSTRUMENTOS DE UMA BANCADA ELETRÔNICA


Bom dia, boa tarde ou boa noite!

No episódio de hoje vamos falar um pouco sobre a construção e os instrumentos das nossas bancadas no laboratório eletrônico, um pouco sobre os multímetros, geradores, fontes, osciloscópios e instrumentos em geral.
Dúvidas, comentários, sugestões de tema é só mandar nas nossas redes:


sexta-feira, 27 de novembro de 2020

ROMACAST 13 - CONTROLADORES, TEMPORIZADORES, CONTADORES E O FAMOSO CLP



Olá pessoal! Neste episódio vamos falar um pouco do nosso dia a dia em consertos de CLP, temporizadores, contadores, controladores em geral e equipamentos relacionados. O que são? Onde são mais utilizados? Falamos também um pouco sobre sua estrutura e funcionamento.

segunda-feira, 9 de novembro de 2020

ROMACAST 12 - A ELETRÔNICA NA INDÚSTRIA AUTOMOBILÍSTICA


EPISÓDIO 12 - A eletrônica na indústria automobilística

Olá pessoal! Hoje temos a ilustre presença do nosso amigo Izonir Cardoso para nos dar uma aula sobre eletrônica automobilística e nos levar pelas décadas da evolução dos carros até os dias atuais, no final ainda temos algumas projeções do que nos espera pela frente. Escute e confira. Dúvidas, comentários, sugestões de tema é só enviar em nossas redes:

https://www.instagram.com/romatecmanutencao/

https://romatec-rs.blogspot.com/

https://romatec-rs.com.br/

quinta-feira, 5 de novembro de 2020

QUANTO CUSTA UM SERVIÇO MAU FEITO?


Diariamente recebemos inúmeros equipamentos para reparo, do mais fácil ao mais difícil, no entanto, alguns serviços são verdadeiros desafios. Mas tem algo que é comum entre os reparos, a pregunta que muitos clientes fazem e esperam uma resposta pronta: Quanto custa para consertar? Esta é uma pergunta bem interessante...

O valor de um serviço pode ser mensurado de forma fácil, quando tempos conhecimento de todas as variáveis envolvidas, do contrário, não é uma tarefa simples "prever" a situação em que um equipamento se encontra.

Nesta semana recebemos para conserto um motor eletrônico da marca Quick Rotan, modelo P321ED, que ao abrir e verificar o estado geral do equipamento tivemos a certeza de que não seria uma missão fácil, pelo contrário, pareceu não haver muita esperança. Depois de alguns minutos de observação intensa, percebemos que seria possível reparar e que o maior desafio seria desfazer o "serviço" realizado por alguém sem muito preparo técnico.

Entendemos que em alguns casos é preciso usar de muita criatividade para poder apresentar uma solução adequada, mas dependendo da solução o problema inicial volta a ocorrer e favorece o surgimento de novos problemas.

A imagem a seguir ilustra de forma discreta, bem no centro, uma bolha no circuito impresso. Este problema ocorre quando é aplica calor acima do suportado pela placa de circuito impresso (PCI). de modo geral as estações de retrabalho possuem ajuste de temperatura e fluxo de ar. Quando combinados de forma incorreta o resultado por ser irreparável.


Na imagem abaixo temos o lado oposto da placa, no mesmo ponto, onde é possível observar outra bolha na placa.


Muitas vezes é necessário colar alguns componentes que podem soltar em função da vibração da máquina, mas neste caso não bastou colar o componente, foi preciso esparramar cola por cima de muita coisa! Isto é algo completamente desnecessário e não parece ter algo realizado por um técnico.


Outra coisa que pode parecer desnecessário, mas acreditamos que seja extremamente importante é um bom acabamento no serviço. Não interessa quanto tempo leva para consertar, é serviço precisa ser realizado com qualidade, deve oferecer segurança ao cliente, pois o tempo de uma máquina parada é sem dúvida muito mais caro do que o valor de que o cliente pagará pelo serviço.



Observando imagens acima lhe convido a pensar nas seguintes questões:

Quanto custou o serviço realizado?
Quanto tempo a máquina ficou parada?
Qual é a garantia de um bom funcionamento?

Todo trabalho a ser realizado precisa de um determinado tempo para que seja feito, do mais fácil ao mais difícil, tudo ao seu tempo. Há um ditado bastante antigo que diz: "A pressa é inimiga da perfeição!"

Sabemos que o custo para adquirir uma máquina pode ser elevado e nem sempre é possível manter máquinas reserva para substituir outra em caso de pane. Todo equipamento eletrônico, elétrico, mecânico, etc., que está em uso constante corre o risco de falhar ou apresentar defeitos. Para minimizar estes riscos é necessário adotar a cultura da manutenção preventiva, que nos permite programar os serviços de maneira que não venha interferir muito nas atividades do dia a dia.

Por outro lado, trabalhar baseado em manutenção corretiva pode custar muito mais caro, pode favorecer situações com apresentadas nas imagens e certamente os resultados estarão muito aquém do desejado.

Não espere ser pego de surpresa. Entre em contato com a Romatec, agende uma visita para conhecer nosso trabalho, serviços e produtos que temos para lhe oferecer. Trabalhamos de forma transparente, buscando sempre o melhor custo-benefício para nossos clientes. Aguardamos sua ligação!
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