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quarta-feira, 26 de outubro de 2022

AMPLIFICADORES OPERACIONAIS - PARTE 1

A cada dia que passa, estamos mais envolvidos com a tecnologia que avança cada vez mais. No entatnto, muitos circuitos eletrônicos ainda precisam fazer uso da eletrônica analógica. No âmbito industrial, os circuitos analógicos estão muito presentes.

Muitos técnicos nos perguntam como funcionam alguns circuitos, em especial aqueles que utilizam amplificadores operacionais. Com a intensão de esclarecer algumas dúvidas, será publicada uma série acerca dos amplificadores operacionais, iniciando pela história, características e simbologia, modo de operação, aplicações e circuitos práticos que podem ser auxiliar muito a compreensão do assunto. 

Então vamos lá...

UM POUCO DA HISTÓRIA

Em 1941, Karl Dale Swartzel Jr. (1907 a 1998), inventa e registra a patente do 'amplificador somador', quando trabalhava na Bell Labs. Sua criação foi influenciada pelo desenvolvimento dos computadores analógicos nos anos de 1940, quando se viu a necessidade de criar um dispositivo capaz de realizar operações matemáticas. Os primeiros modelos foram desenvolvidos com base nas válvulas termiônicas, muito utilizadas na época e consideradas como a grande invenção daquele período.
Fonte: Patente US2401779 de Karl D. Swartzel Jr.

CONCEITOS FUNDAMENTAIS

Definição

Um amplificador operacional é um amplificador CC multiestágio com entrada diferencial cujas características se aproximam de um amplificador ideal (PERTENCE, 2003).

Características
  • Alta impedância de entrada;
  • Baixa impedância de saída;
  • Ganho muito alto (AV);
  • Resposta de frequência infinita;
  • Insensibilidade à temperatura.
Simbologia

Fonte: Adaptado de Wendling, 2010.

Aplicações

Entre as aplicações mais comuns dos amplificadores operacionais são: sistemas eletrônicos de controle industrial, em equipamentos médicos e hospitalares, em sistemas de instrumentação e de aquisição de dados, em telecomunicações, sistemas de áudio, circuitos analógicos para realizar operações matemáticas, entre outras.

Suas principais aplicações são realizar operações matemáticas de integração, diferenciação, soma e multiplicação, quando estão operando na região linear (região ativa). Na região de saturação, pode ser utilizado como comparador, gerador de onda quadrada, dente de serra, filtros ativos, osciladores, etc.

Modo de operação

Os amplificadores operacionais podem ser utilizados de três modos: sem realimentação (malha aberta), com realimentação positiva ou negativa (malha fechada) e modo diferencial.

Continua...

terça-feira, 9 de agosto de 2022

PEÇAS ORIGINAIS HO HSING

Na última semana a Romatec recebeu mais uma remessa de peças orginais Ho Hsing. Para manter a qualidade dos serviçoes prestados é indispensável utilizar peças originais com procedência garantida.

Figura 1: Disco do encoder de motores.

Figura 2: Motor para control box HVP-70 e I70M.

Figura 3: Carenagens de proteção.

Figura 4: Tampa para motores, modelos HVP-20, MD-4 e MH e ME.

Figura 5: Placas do motor série G60 e painéis programadores C-200.

Figura 6: Encoders para motores e módulos de fonte.

quarta-feira, 22 de junho de 2022

CONTROLADORA PARA APLICADOR DE FITA GOMADA

Algumas máquinas dispensadoras de fita gomada estão sendo substituídas por mais novos por falta de peças de reposição, especialmente quando é necessário substituir a placa de controle que possui um alto custo. 

Pensando em uma solução mais adequada e acessível aos clientes, a Romatec desenvolveu uma placa de controle para máquinas dispensadoras de fita gomada.

Conheça a placa RM-06 desenvolvida para dar uma sobre vida àquelas máquinas que precisam de substituição de placas. Confira as vantagens e funcionalidades da controladora através da folha de dados clicando aqui.


Entre em contato conosco e solicite um orçamento sem compromisso, teremos o prazer de lhe atender. Trabalhamos de maneira transparente, focados sempre na satisfação dos nossos clientes.

Visite nosso site, acompanhe nosso trabalho através do Blog e inscreva-se para receber nosso boletim de notícias e seja o primeiro a ficar informado das novidades, produtos e serviços que a Romatec oferece.

terça-feira, 21 de junho de 2022

CONTEÚDO DE APOIO NO YOUTUBE

 

Você já conhece o canal da Romatec no Youtube? Nosso canal é destinado a tirar dúvidas sobre os equipamentos que a empresa Romatec conserta e produz.

Visite nosso canal, acomanhe-nos através das redes sociais e fique por dentro das novidades, produtos e serviços que a Romatec oferece.

segunda-feira, 13 de junho de 2022

COMO FUNCIONAM AS TELAS TOUCH SCREEN?

 

Você conhece uma tela touch screen? Sabe quais são os modelos que estão diponíveis nos equipamentos e utilizamos?

Uma tela touch screen é capaz de detectar o toque em uma determinada área de exibição por meio da pressão exercida sobre ela. Na atualidade muitos equipamentos utilizam utilizam essa tecnologia, principalmente celulares, tablets, caixas eletrônicos de bancos, dentre tantos outros. Existem vários tipos diferentes de telas touch screen, mas as mais comuns são as resistivas e as capacitivas. Entre os tipos de tela sensível ao toque podemos citar:
  • Sistema Resistivo
  • Sistema Capacitivo
  • Sistema Infravermelho
  • Sistema de Onda Aústica Superficial
Neste episódio vamos conversar sobre como funcionam as telas sensíveis ao toque e como era antes da tecnologia atual.

segunda-feira, 6 de junho de 2022

POR ONDE COMEÇAR NA ELETRÔNICA?

Olá!

Você está pensando em trabalhar com eletrônica? Qual é a melhor área de atuação da eletrônica para iniciar?


São tantas perguntas que podemos fazer! Sem dúvida encontraremos muitas respostas, mas antes de mais nada é preciso saber se estamos preparados para este desafio.

O profissional na área de eletrônica possui uma ampla área de atuação, desde a área indústrial, automotiva, aviação, médica, entre outras. Cada uma delas com suas particularidades e complexidades que irão determinar o grau de conhecimento exigido para quem pretende atuar na área.

É possível iniciar apenas com a força de vontade e boas leituras, ingressando em um curso técnico ou numa graduação. Vamos verificar dois exemplos de grade curricular, sendo uma de um curso técnico em eletrônica e outra de um curso de graduação em engenharia eletrônica.

Grade curricular de um curso técnico em eletrônica
  • Fundamentos de Corrente Contínua;
  • Laboratório de Eletricidade;
  • Higiene e Segurança;
  • Projetos I;
  • Programação I;
  • Montagem de Circuitos;
  • Eletrônica I;
  • Laboratório de Eletrônica I;
  • Fundamentos de Corrente Alternada;
  • Projetos II;
  • Instrumentação;
  • Programação II;
  • Manutenção e Redes;
  • Eletrônica Digital;
  • Laboratório de Eletrônica Digital;
  • Eletrônica II;
  • Laboratório de Eletrônica II;
  • Amplificadores Operacionais;
  • Programação III;
  • Informática Industrial I;
  • Automação;
  • Informática Industrial II;
  • Eletrônica Industrial;
  • Telecomunicações;
  • Projetos III.
Grade curricular de um curso de graduação em engenharia eletrôncia
  • Introdução à Engenharia Eletrônica;;
  • Pré - Cálculo;
  • Desenho Técnico;
  • Geometria Analítica;
  • Física - Mecânica;
  • Química Geral;
  • Cálculo Diferencial e Integral a Uma Variável;
  • Ferramentas Matemáticas Aplicadas;
  • Lógica de Programação e Algoritmos;
  • Princípios de Mecânica e Resistência dos Materiais;
  • Física - Eletricidade;
  • Ciências do Ambiente e Sustentabilidade;
  • Materiais Elétricos;
  • Eletricidade;
  • Cálculo Diferencial e Integral a Várias Variáveis;
  • Eletromagnetismo;
  • Física - Termodinâmica e Ondas;
  • Métodos Numéricos Aplicados;
  • Linguagem da Programação;
  • Análise de Circuitos Elétricos;
  • Eletrônica Analógica;
  • Eletrônica Digital;
  • Instalações Elétricas;
  • Máquinas Elétricas;
  • Arquitetura de Computadores;
  • Microprocessadores e Microcontroladores;
  • Probabilidade e Estatistica;
  • Física - Ótica e Princípios de Física Moderna;
  • Projeto de Sistemas Microprocessados;
  • Pesquisa Operacional;
  • Métodos Quantitativos;
  • Instrumentação Eletrônica;
  • Equações Diferenciais;
  • Transformadas - Tempo Contínuo e Discreto;
  • Conversão de Energia;
  • Geração, Transmissão e Distribuição de Energia;
  • Sinais e Sistemas;
  • Controle Contínuo;
  • Sistemas Embarcados;
  • Lógica Programável;
  • Estágio Supervisionado;
  • Gestão da Qualidade;
  • Empreendedorismo;
  • Redes Industriais;
  • Automação Industrial e Robótica;
  • Controle Discreto;
  • Dispositivos Móveis;
  • Sistemas Operacionais;
  • Redes de Computadores;
  • Gestão de Projetos;
  • Administração Estratégica;
  • Legislação e Propriedade Intelectual;
  • Gestão da Inovação e Tecnologia;
  • Fundamentos de Sistemas de Comunicação;
  • Comunicações Digitais;
  • Processamento Digital de Sinais;
  • Processamento de Imagens;
  • Eletrônica de Potência;
  • Tópicos Especiais em Engenharia Eletrônica;
  • Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica;
  • Instalações Elétricas Industriais - Eletrotécnica;
  • Eficiência Energética;
  • Equipamentos Elétricos;
  • Sistemas de Potência;
Os exemplos acima não determinam ou especificam de forma precisa as disciplinas que serão estudadas ao ingressar em um destes curso. São apenas exemplos.

Outra forma de buscar o conhecimento é através de livros e revistas especializadas no assunto, bem como páginas da internet que oferecem fóruns para discução. Não podemos deixar de mencionar os inúmeros vídeos de entusiastas, professores e engenheiros que disponibilizam muito conhecimento através de vídeos tutoriais, desde os assuntos mais simples até os mais complexos. Vejamos algumas sugestões:
Independentemente do modo que você vai escolher, nosso podcast aborda este assunto de modo bem descontraído. Então vem com a gente nesse bate papo!

terça-feira, 8 de março de 2022

MULTÍMETRO - PRECISO FAZER UM CURSO PARA UTILIZÁ-LO?

Você conhece um multímetro?

O multtímetro é um instrumento de medição, analógico ou digital, capaz de medir grandezas elétricas. Entre as principais podemos citar a tensão, a corrente e a resistência elétrica. Os modelos digitais se destacam por suas funcionalidades e praticidade na utilização.

Figura 1 - Modelos de multímetros.

Como podem ser definidas as principais grandezas elétricas?

Tensão: é a diferença de potencial elétrico entre dois pontos distintos. Também pode ser entendida como a quantidade de energia necessária para movimentar uma carga elétrica, de um ponto ao outro, em um condutor. Sua unidade de medida é o Volt (V).

Corrente: é o fluxo de cargas elétricas motivadas por uma diferença de potencial elétrico, isto é, o movimento dos elétrons entre dois pontos distintos em um condutor em razão da diferença de potencial elétrico nestes pontos. Sua unidade de medida é o Ampère (A).

Resistência: é a capacidade que um determinado material de se opor à passagem da corrente elétrica. Sua unidade de medida é o Ohm (Ω).

Potência: é a capacidade que um material possui de realizar um determinado trabalho em um instante de tempo. Também pode ser entendida como a conversão da energia elétrica em outra forma de energia útil. Sua unidade de medidaé o Watt (W).

IMPORTANTE: Essas grandezas sempre estão presentes em qualquer circuito elétrico e não podem ser dissociadas.
Figura 2 - Círculo mágico da Lei de Ohm.

A Lei de Ohm nos permite relacionar estas grandezas. Se tivermos apenas duas delas, podemos determinar as demais matematicamente. O círculo mágico, como é conhecido na internet, ilustra um conjunto de fórmulas matemáticas que pode nos auxiliar muito na hora de estimar o valor da grandeza que pretendemos medir, caso seja desconecido.

A figura 3 ilustra o circuto elétrico de uma lâmpada ligada à uma fonte de tensão. Podemos obervar que mesmo sendo um circuito extremamente simples, as principais grandezas elétricas estão presentes.

Figura 3 - Circuito elétrico.

O que é preciso saber antes de utilizar um multímetro?

Primeiramente devemos saber é o quê vamos medir, ou seja, precisamos ter uma ideia (mesmo que aproximada) do valor da grandeza que pretendemos medir. Este cuidado pode evitar sérios acidentes. Em um segundo momento precisamos saber se o multímetro que temos à disposição mede a grandeza que pretendemos medir. Outro ponto a ser observado é a categoria de sobre tensão do instrumento, se está adequada ao contexto da medição. Por fim resta saber se a precisão e a exatidão que o instrumento oferece atende nossa necessidade. Entre os vários modelos de multímetros alguns medem apenas valores médios enquanto outros medem valores reais (True RMS), principalmente em circuitos de tensão e corrente alternada.

Antes de iniciar qualquer medição podemos responder algumas questões que podem auxiliar neste processo, por exemplo:
  • Qual é a grandeza que vamos medir? Tensão, corrente ou resistência?
  • A medida trata-se de tensão/corrente alternada ou contínua. ou seja, AC ou CC?
  • O multímetro é True RMS ou não?
  • Se for uma medida de tensão ou corrente, há algum tipo de modulação desta tensão ou corrente?
  • Qual são os níveis de tolerância e precisão que o multímetro oferece?
  • Preciso medir uma resistência. É possível fazer a medição sem desconectar a resistência do circuito?
  • Em um circuito elétrico, posso utilizar a escala de continuidade para pesquisar um defeito?
  • Nos multímetros, para que serve a escala com um símbolo de um diodo?
  • Meu multímetro estragou, tenho outro à disposição de outra marca e modelo, como vou saber utiliar este instrumento desconecido?
Estas são apenas algumas das perguntas que podemos fazer para nos auxiliar na tomada de decisão na hora de fazer medições de grandezas elétricas em um circuito elétrico ou eletrônico. A utilização de um multímetro parece bastante simples e óbvio, no entanto, frequentemente nos deparamos com situações em que pessoas com experiência na manutenção eletroeletrônica apresentam dificuldade na realização de medições.

Para esclarecer e aprendermos juntos este assunto tão importante, convidamos você para ouvir nosso Podcast que fala sobre o treinamento que a Romatec oferece para o uso do multímetro no âmbito da manutenção industrial.

Você faz parte de uma equipe de manutenção? Gostaria de dividir conosco suas experiências em relação ao uso do multímetro no seu dia a dia? Entre em contato conosco, solicite um orçamento sem compromisso para realizarmos um treinamento com a sua equipe, nas instalações da sua empresa. Estamos à disposição para mais informações e esclarecimentos.

Acesse nossas mídias sociais ou se preferir entre em contato através do nosso telefone ou e-mail.

Telefone e WhasApp: (51) 3541.5987
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